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quarta-feira, 25 de abril de 2012

Noite e madrugada, de 24 para 25 de abril de 2012


Dedicado à A. Campas e ao P. Fernandes, para ver se "vão já dentro", e eu não tenho de continuar a descontar, para lhes pagar as reformas douradas...

Dia 24 de abril

23.00 - A TSF passa o tema "A noite é loucura" de Ana Malhoa. É a senha, para toda a zona do Cais Sodré

23.05 - Cais do Sodré. Movida. A palavra de passe é "dá-me mais um shot", e os telemóveis começam a tocar na Rua da Atalaia.

23.10  - P.S.P.- Esquadra das Mercês dá ordem de saída aos agentes, com instruções "sem agenda"

23.15 - Rádio Renascença põe, no ar, o tema "Avé Maria", cantado, em Fátima, por Fafá de Belém

23.20 - Vasco Lourenço, já tocado, é chamado ao telefone do Restaurante da Associação 25 de abril. Após dois minutos de conversa, dirige-se, a cambalear, para o seu telemóvel

23.25 - Vasco Lourenço telefona, em alta voz, para o Luís Montez, e grita, para todos ouvirem, que o negócio da "Herdade do Sardão" fica cancelado, apesar de a Patrícia Cavaco Silva já ter posto todos os pagamentos devidos no "off-shore" do Luxemburgo. Termina com um "a tua mulher é uma puta, e vais ver o que eu vou fazer agora ao teu sogro, meu cabrão!...", bem alto, para ninguém ter dúvidas sobre o que, e quem, estavam a falar

23.30 - A Rádio Renascença volta a passar "Avé Maria", de Fafá de Belém, para o caso de não se ter ouvido, com a batida do Bairro, do Cais Sodré, Docas e Santos

23.35 - Esquadras da Praça do Comércio, Santa Marta e Rato dão ordem de saída aos seus efetivos, "sem agenda", exceto o sinaleiro do cruzamento de S. Mamede, dados os seus jeitos de mãos, e conhecida orientação sexual

23.38 - Aníbal Cavaco Silva, conduzido pelo Chefe da Casa Militar da Presidência, abandona o Palácio de Belém, disfarçado de Teresa Guilherme, e os netos vestidos de Maddie. Dentro de 15 minutos estarão, a salvo, no "bunker" dos Paraquedistas, no Alto de Monsanto

23.40 - Polícia Militar, Corpo de Intervenção e Lanceiros 2 saem da Calçada da Ajuda, e cruzam-se com Maria Cavaco Silva, de bandeira branca na mão, a apresentar uma rendição, na sua qualidade de mulher de centro-esquerda. É o primeiro triunfo dos revoltosos

23.45 - Rádio Renascença volta a passar "Avé Maria", de Fafá de Belém, o que é entendido como sinal de arranque para as guarnições de Coimbra, Aveiro, Gaia e Porto

23.50 - André Wilson da Luz Viola e o Secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, são detidos no Palácio da Ajuda, ao abrigo de uma lei do Estado Novo, por se encontrarem, ambos, com "aquilo na mão", "a mão naquilo", "aquilo na boca", e "aquilo" em vias de ir para trás

23.55 - Miguel Relvas recebe um telefonema de Miguel Macedo, sobre rumores de movimentações de forças militares e paramiltares

23.56 - Jantar de muamba de Pedro Passos Coelho é interrompido, por telefonema do chefe de gabinete de Miguel Relvas, seguido de telefonema do S.I.S. A Laura recebe imediata ordem de parar de dançar kizomba, e há troca de telefonemas com as embaixadas de Angola e da Venezuela

25 de abril

00.00 - O golpe está em marcha. Grupo de Ocupas e Anonymous dirige-se para Santa Apolónia, onde procede ao desvio do Alfa Pendular, para o Porto, com ligeiro atraso, devido a inspeção surpresa da ASAE à carruagem bar

00.05 - Telemóvel de Otelo toca, na mesa de cabeceira do colchão de água, redondo, e a segunda legítima levanta-se, tapa os saquinhos descaídos, com o lençol, e pergunta, "já vais ter com a outra?..." Otelo põe um ar solene, veste as Springfield às riscas, e profere uma frase histórica: "Vou mas é fazer a folha à Jeová!..."

00.15 - GNRs de serviço da Assembleia da República selam o edifício, e detêm Dª. Adelaide Pinto de Sousa, que estava a bater à porta da Fundação Mário Soares, para tentar convencer os locatários de que o Fim do Mundo estava aí

00.30 - Operacionais do G.O.E. iniciam a tarefa mais difícil do Golpe: tentar deter todos os primos, semiprimos, tios, semitios e ex chefes de gabinete e assessores de joelhos de José Sócrates

00.45 - A Armada junta-se aos revoltosos, e ocupa o Palácio das Necessidades. O Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, é conduzido a casa, e mantido em prisão domiciliária, dado o luto da família. Um núcleo de operacionais encarrega-se de informar as embaixadas estrangeiras de que a Ordem Constitucional, em Portugal, se encontra, provisoriamente, nas mãos de uma Junta Militar

00.50 - Embaixadas e Consulados Portugueses, em Paris, Frankfurt e Sal recebem ordens de detenção sumária do ex primeiro ministro, José Sócrates, do vice presidente do Banco Central Europeu, Vítor Constâncio, e de Dias Loureiro.

1.00 - EDP, PT, Estradas de Portugal, RTP, Estúdios da SIC e da TVI, bem como as rádios com sede em Lisboa são ocupadas pelas unidades operacionais. Judite de Sousa anuncia que, brevemente, Carlos Cruz irá proceder à leitura de uma comunicação, ao País, redigida pelos novos detentores do Poder.

1.05 - Paulo Macedo é detido, na sua cela da Opus Dei, onde estava a proceder ao habitual martírio noturno, com os cilícios de São Balaguer. Tinha as costas numa chaga

1.10 - Fontes próximas do Gabinete 5003, indicam que o ocupante do Gabinete 5001, da Assembleia da República, Senhora de Mota Amaral e respetivo motorista, João Jorge Lopes Gueidão, "se encontram em parte incerta"

1.20 - A informação é desmentida por brigada de trânsito, no posto de Montemor, que registou a passagem, nas portagens, de um BMW, com matrícula 86-GU-77, onde se supõe que o casal esteja a dirigir-se para a fronteira, após breve paragem na área de serviço, para satisfação de necessidade sexuais, dada a tensão

1.25 - António Mexia, Mira Amaral, Faria de Oliveira, Carlos Tavares, Zeinal Bava, Pinto Balsemão, José Miguel Júdice, Proença de Carvalho, Pinto Monteiro, João Lobo Antunes, José Carrapatoso, Braga de Macedo, o Catroga e o Borges, entre outros, dão entrada, sob ordem de prisão, no Forte de São Julião da Barra

1.30 - Atos de vandalismo, de populares, verificam-se, contra o Restaurante "Eleven", havendo notícias de atos isolados de saque, na Quinta da Marinha e na Quinta da Beloura. Américo Amorim, Isaltino de Morais e Armando Vara são declarados vítimas de balas perdidas

1.35 - Leonor Beleza é detida, de roupão, e rolos na cabeça, e entregue a um auto denominado "Comité Hemofílico do 25 de abril"

2.00 - Iate de Isabel dos Santos entra na Barra de Lisboa e tenta negociar saída pacífica de Miguel Relvas, Carlos Moedas e Álvaro Santos Pereira, embora o último continue a declarar nada ter a ver com os restantes

2.30 - Maria Cavaco Silva tenta negociar saída do marido e netos, sem qualquer sucesso. Cães da pradaria, que mantêm a página humorística do "Facebook" de Cavaco Silva, substituem a imagem pela de Américo Thomaz, com música de fundo do Toy. No Twitter já se podem seguir os acontecimentos em @ganzarevolucao

3.00 - Comando militar do Porto junta-se aos revoltosos, e é dada ordem para o fecho das fronteiras, a norte do Douro

3.30 - Todas as fronteiras terrestres e aéreas estão encerradas, e o tráfico de droga, romenas pedintes, putas moldavas e ouro fundido das velhinhas, é suspenso, sine diae, em Peniche, Aveiro, Guincho e Costa Algarvia

4.00 - Vasco Lourenço, já mais lúcido, considera que o golpe é um sucesso. Todas as praças das cidades do País se encontram iluminadas, e com um número crescente de populares

4.30 - Comando Regional da Madeira detém Alberto João Jardim, que deverá ser trazido, em avião militar, para Figo Maduro.

5.00 - Hercules C-130 aterra, trazendo, a bordo José Sócrates e Diogo Infante, que são imediatamente conduzidos para os calabouços da Polícia Judiciária de Lisboa

6.00 - Ocupas, saídos de Lisboa, tomam a Escola do Alto da Fontinha, após violenta batalha com forças militarizadas. Rui Rio e Pinto da Costa são detidos, e levados para o Quartel de Gaia. Populares invadem os escritórios do Estádio do Dragão, destruindo toda a documentação e incendiando o edifício

6.30 - Fernanda Câncio apresenta a rendição, após algumas horas de cerco, no "Diário de Notícias"

7.00 - Às primeiras horas da manhã, multidões enfurecidas tomam de assalto, e incendeiam, sedes da Maçonaria e da Opus Dei

7.30 - Manifestações do P.N.R e de Anarquistas chegam a acordo, em Setúbal, e decidem defender a causa constitucional.

8.00 - Chefes militares da revolta são entrevistados nas Manhãs do Goucha, enquanto Carlos Cruz lerá, à Nação, o comunicado da Junta de Restauração da Constituição

9.00 - Na E.D.P., Chineses são agarrados, por populares, em fúria, aos gritos de "vai para a tua terra, meu filho da puta!..."

10.00 - Tribunal Constitucional é tomado de assalto e são presos todos os seus membros com ligações a sociedades secretas. Assunção Esteves, "a Suricata", aceita chefiar um gabinete extraordinário, desde que haja consenso entre operacionais da Maçonaria e Opus Dei, e marca Eleições Parlamentares para o dia 10 de junho

11.00 - Reuniões autónomas da Madeira e Açores declaram formalmente aceitar a nova ordem constitucional

12.00  - Governo provisório da Guiné-Bissau é o primeiro estado a reconhecer a Revolução Portuguesa, e propõe a assinatura imediata de tratados, que garantam a manutenção do fluxo de droga

13.00 - Com a dignidade própria de uma revolução exemplar, Pedro Passos Coelho e Aníbal Cavaco Silva, ainda mascarado de Teresa Guilherme, apanham o voo de Luanda, após negociação de exílio com o estado irmão angolano

14.00 - Troika anuncia retirada de Portugal, e reconhece que assuntos com agência de rating são águas passadas, bem como fim da extorsão coerciva

15.00 - Comissão Europeia reconhece nova ordem portuguesa, e Portugal como estado de pleno direito do Espaço Económico Europeu. Obama não está "zangado", sindicatos apontam para 13 de maio, em Fátima, o maior 1º de maio jamais visto, e Maria Elisa Domingues fecha, simbolicamente, as pernas 

(Cravos que a Irmã Lúcia assim nos desse este amén, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

Imagem do Kaos

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Portugal, uma Bélgica da Ibéria?...



Imagem do Kaos


Sempre gostei da Bélgica, porque toda a gente tem mais de 50 anos, e, sempre que surge alguém de idade mais tenra, imediatamente, o maralhal inteiro mergulha, para molhar o bico, e usufruir da criancinha.
Como pai que não sou, acho... enfim, uma... uma... ternura, mas a Bélgica não se esgota só na Pedofilia, porque tem excelentes ambientes aquecidos, e pode-se andar de manga curta, mesmo no pino do inverno, ao contrário de Monsanto, ou lá o que é aquilo, que é a aldeia mais portuguesa de Portugal, onde, para uma pessoa poder manter o sangue quente tem de andar a enrabar ovelhas, de lã suja.
Bruxelas, região autónoma, onde se gargareja francês, no meio do flamengo, uma língua boa para falar com os porcos, como poderia ter dito Frederico, o Grande, é notável, por não se parecer com uma cidade, mas com um cenário de uma banda desenhada de Tintin, para além da mais valia dos clubes e saunas SM gay, frequentadas por muita da nossa classe política.

A Bélgica, tal como Portugal, divide-se entre os que trabalham e os que não trabalham. Os que acham que trabalham gostam de se chamar "Flamengos", o que, traduzido para Português, é uma variedade mediana de queijo das prateleiras do Continente, enquanto os que não trabalham são conhecidos por "Valões", o que é equivalente à pronúncia beirã de Calões, onde se trocam os "Vês" pelos "Cês", uma subespécie dos Alentejanos e das gajas que foram metidas na Função Pública, no tempo em que se entrava por abrir as pernas, ou seja, desde a Idade Média até à Contemporaneidade dos dia de ontem, mais hoje, ou, se quiserem subir o nível, no Caminho de Santiago da RTP, em linguagem de controlador de tráfego aéreo, Maria Elisa Domingues opening the legs?... já está?... então, pode fazer-se à pista.

A Bélgica é um país extraordinário, porque consegue estar quase um ano sem governo, e ninguém dá pela falta dele, de onde se prova que as sociedades avançadas se autoregulam, e acham asqueroso ter gajos que as representem, quando o seu dia a dia chega para a subsistência, para ter a casa no centro de Bruxelas, a outra, na Zeelândia, e a magnífica vivenda no Zout, um dos litorais mais caros da Europa, onde o mar é tão feio e cheio de algas que parece um caldo verde português até ao horizonte, mas sem chouriço, exceto, quando algum obeso da Valónia lá vai dar banho às varizes.

Poderão estar a perguntar-me o por quê deste elogio de um estado artificial, em riscos de desmembramento, mas eu, às vezes, tenho estas recaídas nos 20 anos, e dá-me para chorar com o passado, como a Teresa Guilherme, com as putas e os oligofrénicos das "Casa dos Segredos".
Acontece que, por força das circunstâncias, a Bélgica, que, de algum modo, estava nos antípodas da nossa Cauda da Europa, de repente, começou a assemelhar-se-nos de uma forma gritante, quase plágio à "Equador", diria eu.

Portugal, caso não tenham reparado, está sem Presidente da República há seis anos, e nem deu pelo facto, o que faz, de todos nós, belgas por analogia.
Se a TVI sair de microfone em punho e câmara na mão, e perguntar aos analfabetos de rua se sabem que estão sem Presidente há seis anos, o mais certo é que comecem a falar da indisposição do cadastrado Pinto da Costa, entre Chipre e Lisboa, e, portanto, será melhor nem fazer um levantamento estatístico, para não termos mais desgostos.
A coisa agrava-se, ou melhor, "abelgica-se" mais quando um gajo qualquer... esperem, que tenho de ir ver quem foi... ah, sim, um tal de Alexandre Miguel Mestre -- mais uma prova de quando os países acabam, qualquer um se pode reclamar de responsabilidades governamentais -- nos mostra que estamos sem governo, porque, quando, alguém, que, com responsabilidades governamentais afirma que "os jovens desempregados portugueses devem emigrar e abandonar a sua "zona de conforto", imediatamente nos leva à inferência de que estamos, não perante um porta voz de um Governo, mas de um reles contratado para uma Comissão Liquidatária de uma Nação com 900 anos.

Por mim, cortava-lhe já os tomates, fazia uma fisga com eles, e iam fronteira fora, cair no conforto de Badajoz...

Portugal, portanto, tal como uma Bélgica peninsular, está há seis anos com a Presidência da República vaga, e "falecido" -- para usar a expressão de Francisco de Holanda -- de quem o governe.
Para mim, cujo cinismo atingiu taxas de juro siderais, poderia acrescentar que a coisa não vem destes patetas, que, presentemente, utilizam as tabuletas de "Ministros" e "Secretários de Estado", mas se tem penosamente arrastado, desde que o 25 de abril, justamente por o Poder estar na mão de inaptos, de então, se fez, e teve muitas cores, desde os gonçalvismos aos soarismos e aos guterrismos, mas atingindo os seus picos de impunidade e aberração com as maiorias absolutas de Cavaco Silva, uma coisa só possível no Cazaquistão dos irmãos Cohen, o Chernismo, um breve interregno, onde o Estado era governado pelo Procurador João Guerra, que manipulava as "inocentes" marionetas do "Casa Pia", ao sabor das verdades e boatos televisivos, e, finalmente, a cereja no cimo do bolo, quando o crime organizado, na forma de sabotagem assumida da Comunicação Social, da destruição e aviltamento da validade dos percursos académicos, e na instalação das camorras pós-cavaquistas, atingiu o seu pleno, durante o consulado de Fernanda Câncio, a choca do apanhador de sabonetes, José Sócrates.

Como diz o Abel, "nunca Portugal desceu a um aníbal assim", mas enganou-se, porque ainda conseguiu descer mais, e mais descerá, já amanhã, se deus e o BCE quiserem.

Vem tudo isto a propósito do seguinte: como já se percebeu, as forças que queriam destruir o Euro estão bastante satisfeitas, com a cegueira de não perceberem que, se o Euro for destruído, vai tudo pelo cano abaixo.
O próprio Sionismo Internacional, que sempre faturou infindáveis fortunas, nestes momentos de destruição da riqueza dos povos, parece estar apavorado, como o mostra já nem Picassos nem Degas se conseguirem vender, nos palcos de luxo do desfile e do leiloar da Arte. A coisa está, portanto, para lá do negro, e muito próxima desta minha ficção.

Entretanto se chegarmos a segunda feira, a célebre Troika cá virá, desta vez, para perguntar, e com direito, quem é/era/foi, Duarte Lima, depois, de, em vão ter tentado escalpelizar o perfil de criminosos agravados, como Narciso Miranda, Dias Loureiro, ou Armando Vara, entre muitos outros, que o "putsch" português brevemente irá chamar à barra de tribunais marciais, ou revolucionários, consoante lhes queiram chamar, assim como o Sr. Aníbal embarcará na Ericeira, mais a sua Maria, a Perpétua e os netos, num exílio desvalorizado, como aquela triste manhã de cinzas em que Manuel II partiu, para não voltar.

Concluindo, porque já estendi demasiado um texto que queria curto, com quem virá dialogar a Troika, segunda feira, em Portugal, dado que não há Presidente da República, que o Governo foi substituído por uma Comissão Liquidatária, e que a Assembleia da República tem uma Lady Gaga, com sotaque bimbo, de marimba, à sua frente, coisa só possível nos megaconcertos da Madonna, ou na Grécia, onde o "Ministro" das Finanças sofre das dores de barriga do Pinto da Costa, e bem precisava de um corte nas "gorduras", como o nosso cadastrado Ferreira do Amaral?...
Estando os Tribunais na mão de seitas maçónicas e da Opus Dei, nada resta, portanto, para receber, segunda feira, os usurários da Troika.

A minha pergunta é a seguinte: na clara inexistência de Órgãos de Soberania, não é aos militares que compete representar a Nação?...

(Quadrilha do pão por deus, no "Arrebenta-Sol", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")