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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Um sangue chamado PSD





Imagem do Kaos


Às vezes, os partidos surpreendem-nos, como é o caso do PSD, que adoraria ser laranja, mas cada vez mais se confunde com o vermelho da cor do sangue. Eu explico, porque se trata apenas de fazer uma breve arqueologia do crime e do mau gosto: começa com um rosto do homicídio, Leonor Beleza, uma poupadinha, que, enquanto Ministra da Saúde do Cavaquismo, achou que devia poupar uns dinheirinhos, injetando sangue contaminado de HIV, nos pobres hemofílicos, que precisavam de um determinado derivado do plasma sanguíneo; passa, depois, por outro anormal do Cavaquismo, Carlos Borrego, que comentou que, dado o excesso de alumínio nas águas de Évora, em vez de ir às minas, se deviam reciclar os hemodialisados (!), e culmina agora na "bruxa", das escutas do "Face Oculta", que, ao lado daquela enormidade, que insiste em se pré candidatar à Presidência da República, António Barreto, que já só engana os idiotas que se deixam enganar, achou que, depois de certa idade, 70, suponho, quem precisava de hemodiálise devia pagar (!)...

Acontece que eu até estou de acordo com ela, já que Portugal está cheio de velhas ricas, que vão comer torradas, e encher os bancos de deficientes do autocarro 728, quando já deviam era estar todas enterradas, e ceder o banco ao operariado, que diariamente tem de ir trabalhar, ou ir buscar a senha, à porta do Centro de Desemprego, ou ir catrogar, na casa dos 54 000 €/mês, como diz o outro, para voltar às suas funções originais de gestor. Aliás, eles voltam sempre, e é este voltar sempre, e nunca mais ceder o lugar à geração abaixo, nem à geração abaixo da geração abaixo, que gera este insuportável pântano de inatividade e podridão, em que se tornou a sociedade portuguesa. Como sabem, a explicação é simples, porque, como todos ascenderam por Lojas, por Obras, por Lobbies, por vácuos pós revolucionários, por compadrios, nepotismos, atos de prostituição física e mental, no dia em que deixarem de escorar  a Grande Loja do Polvo Português, a coisa cai em forma de baralho de cartas, e desgraçam-se as 300 famílias que têm o monopólio desta merda, e mantêm o país refém, em todas as suas vertentes,
mas,
voltemos ao sangue, porque isto é um tempo que está a caminho de ver correr sangue, e a velha talvez tenha razão, ao voltar a trazer o vermelho, da guerra, para o terreno da batalha: até eu, que sou ingénuo, e ligeiramente totó, de quando em vez, ainda pensei, durante um breve segundo de CERN, o tal que vai ver o Bosão de Higgs, que Passos Coelho fosse um mero manequim, para agradar aos olhos de quem se tinha habituado aos travestismos de fato e gravata de José Sócrates, o tal que, brevemente, vai deixar de ser "engenheiro", na barra dos tribunais. Infelizmente, no segundo seguinte, já eu estava na mais pura desilusão, ao ouvir dizer que Sua Excelência o Primeiro Ministro deste antro, se aconselhava com o cadastrado Dias Loureiro, e coisas afins. O resto já vocês sabem, pois se converteu na maior torrente de atrocidades de direitos e cidadania a que este país já assistiu, desde o Maior Português de Sempre e os seus lídimos sucessores, Aníbal, de Boliqueime, e o Vigarista de Vilar de Maçada.

Os rumores que enchem todas as redes sociais, as correntes de emails, os textos inflamados da Blogosfera, as expressões de desespero dos comentadores do Sistema, dia após dia, a tentarem esconder o Sol com a peneira, mostram que qualquer coisa está para breve, e o que mais me inquieta é que está para breve, não só cá dentro, como nos nossos arredores mais próximos e apartados, e poderia passar a enunciar: a guerra civil em que mergulhará Angola, de aqui a 4 meses, por ter havido, ou não ter, uma gigantesca fraude eleitoral, que levará, como em Pyongyang, ao fim apocalíptico da Dinastia "Dos Santos"; a guerra suja, cuja ampulheta iraniana já está muito avançada, na contagem decrescente iraniana, e deverá vir para Março, que é quando eles costumam lançar a coleção Primavera/Verão dos canecos Nobel da Paz e os colapsos regionais, que se vão colar à crise da queda da Grande Loja dos Snifadores de Coca, Sarkozy, e das Aventaladas de Leste, Merkel.
Deve haver um monte de coisas de que me estou a esquecer, mas elas virão, "de soi", e sem qualquer "soie", abruptamente, reles, ásperas e chocantes, uma espécie de Rei Ghob mundial, a ter os holofotes disparadamente em cima.

Para que o texto não pareça apenas profetizar desgraça. lembremos as coisas boas que 2012 nos reserva: o desligar do sinal analógico de televisão irá ser acompanhado pelo regresso ao canal imobiliário de uma cara que nos afável e desperta muito carinho, Carlos Cruz, o homem que trouxe o Euro-2004 para Portugal, com a promessa, para os velhos babosos, que regem, na sombra essas coisas, de que havia cá cu barato de puto órfão, em barda, na Lusitânia. Aliás, aquela coisa inconcebível, a quem chamam "Ministro da Economia", parece que também quer relançar esse setor, o dos "Pastéis de Belém", instituição, que, como o Galo de Barcelos, tinha associada uma conotação, uma alegoria, e um sentido anagógico, já que, no primeiro andar da casa, o rapazinho tenro era conhecido por "pastel", e vendia bem, para líbidos em pleno crepúsculo, como bem se lembra o nosso querido Carlos Cruz, quando pedia ao dono da "Adega de Belém", ali, bem ao lado, para ter sempre chupa chupas na gaveta... Faz bem em apostar no comércio tradicional, já que com o empobrecimento geral da população, é natural que, tal como na Grécia, os pais tenham de começar a entregar os filhos a tutelas alheias.
Nisso, suponho que todos concordarão: se os filhos têm de sair das famílias que já não os podem sustentar, para pagar os 45 000 € do Catroga, o pai dos deficits monstruosos do Cavaquismo, é melhor que vão para mãos de apreciadores, do que de desconhecidos.

Lamento dizer, mas esta ideia não é original: Francisco José Viegas, essa aberração do Pocinho,  que já devia ter levado um bom par de patins, parece que vai publicar, no pseudónimo que agora usa, para continuar a escrever, no "Correio da Manhã", uma crónica sobre o mesmo tema.
É natural, porque isso, dos rapazinhos, é como a Maçonaria, parece continuar a ser das raras coisas que apresenta produtividade, e se expande, em Portugal.

Acontece, e recomenda-se, ainda que mal disfarçada de pastel de nata...

(Quarteto do quando é que limpamos isto mesmo a sério, hein?..., no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers")

sábado, 11 de dezembro de 2010

As Cavakileaks, ou o Cabrão de Boliqueime VII





Imagem do Kaos




Há as Cavakileaks literais, que são os chiliques do Aníbal, e as Cavakileaks figuradas.

Enquanto o Professor Lobo Antunes conseguiu fazer esconder, durante cinco anos, que o Sr. Aníbal podia ter umas cavakileaks literais, durante um almoço, um discurso à Nação, ou uma receção oficial, já os Franceses, no tempo em que ainda havia Política, se tinham insurgido contra o cancro da próstata de Miterrand, coisa muito bem disfarçada, mas que era totalmente irrelevante, porque pode ter-se cancro da próstata e ocupar a cabeça do Estado, mas não se deve estar em estado de "sofrer uns ataques", quando se representa uma Nação. Mais não vou dizer, porque dia 25 de janeiro, como há cinco anos atrás, vou resolver a coisinha, bem à minha maneira, aliás, desta vez, de uma forma bem pior... :-)

As Cavakileaks figuradas, ao contrário das anteriores são muito mais graves, e fazem-me lembrar o Livro -- de maus costumes, como dizia o cabrão do Saramago -- de Génesis: no Princípio era o Cavaco, e a partir de aí, foi piorando.

As Wikileaks, coisa que anda na boca de toda a gente, que só agora acordou para a Realidade Real, regem-se pelos jatos de ruído. As Cavakileaks, pelo contrário, são uma longuíssima sucessão de silêncios, que marcará os anos mais críticos da nossa pequena aventura democrática. Eu explico: sempre que há um problema, o Sr. Aníbal fecha a boca, coisa que, nós, Portugueses que pensamos, até agradecemos, já que se trata de um problema de saúde pública evitar que se espalhem perdigotos em todas as direções, ou as babas de caracol, tão ao gosto da cosmética atual, se acumulem nos cantos da boca de uma criatura que se faz anunciar como "Presidente da República". Da República de Boliqueime, suponho eu.

Antes de Guterres ter fugido, quando percebeu que isto era uma jangada de pedra de pedófilos, uma fundação generalizada da fraude e da corrupção, guerreavam-se duas figuras com estatura nacional, o Sr. Aníbal, de Boliqueime, e o Sr. Soares, de Nafarros. A diferença era que o Sr. Aníbal, sempre que não abria a boca, jorravam disparates, que lesavam, para sempre, Portugal, lá fora e cá dentro, enquanto o Sr. de Nafarros, sempre que soltava um chorilho de bojardas, fazia o "lá fora" pensar duas vezes, antes de ousar meter o pé cá dentro.

Presentemente, o "Lá fora" não só meteu cá os pés como meteu tudo o que tinha à mão, de maneira que isto se assemelha mais ao laboratório e de ensaios de todas as barbaridades previstas no Tratado de Lisboa, melhor conhecido por Tratado de Bilderberg, do que a um país.

Cada vez que houve um BPN, o Sr. Aníbal fechou a boca em forma de cavakileaks.
Sempre que surge um BPP, o Sr. Aníbal fecha a boca em forma de cavakileaks.

As cavakileaks governaram ininterruptamente Portugal durante 10 anos, quando o senhor Torres Couto criavamas formações fictícias do mete-dinheiro-ao-bolso, e eram ilibado, aliás, como caducava o Processo Beleza, fortemente rodeado de cavakileaks.
Sempre que a Agricultura era desmantelada, e substituída por subsídios para comprar Land-Rovers e árvores de plástico, ou plantar eucaliptais, havia um enorme silêncio cavakileakal.
Quando os barcos de pesca recebiam ordem de abate, mais se pronunciavam as cavakileaks, de boca completamente fechada.
Era mau, assistir à destruição da Indústria, ao som das cavakileaks.
Quando Eurico de Melo, o Ministro da Defesa, era envolvido num escândalo de pedofilia, lá se silenciava mais uma cavakileak, e assim sempre foi, e assim sempre será, até ao consumar dos tempos.

Todos os silêncios do Aníbal são a longa narração da nossa ruína.

Depois de 15 anos de cavakileaks, Portugal está a beira da Bancarrota, por atos cometidos por, ou à sombra, desta criatura, mas da sua fossa de perdigotos só se ouve que "os Portugueses têm de ser mais exigentes".

Acredite que vou ser, no dia 15 de janeiro, em que me vou lembrar de uma vagabunda corcunda, a enfiar, como Calpúrnia fazia, com César, um bastão de marfim na boca, sempre que o Ditador tinha um ataque de epilepsia, e vou sobretudo, não votar naquele cavakileakeiro que esteve de boca fechado, no dia em que o facínora Dias Loureiro mandou, na Ponte, disparar sobre os Portugueses.

Será a minha cavakileak: sabotar, silenciosamente, a reeleição do Vacão de Boliqueime. De nada nos servirá, mas consola, pelo menos, para os próximos 5 anos, saber que serão os últimos em que ele poderá destruir Portugal, se lá chegarmos.
Poderemos, então, dizer que a nossa Democracia foi gangrenada durante meio salazarismo, por um pós salazarista, cavalikeado e azarado.