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terça-feira, 29 de março de 2011

Sócrates e o seu "Dia da Dignidade"



Imagem do Kaos e dedicado ao xatoo, em homenagem ao criador de um dos lugares mais bem informados da blogosfera 





É sabido que o sr. sócrates nunca foi bem visto por estes blogues, e que, se isto fosse um país normal, já não deveria ser primeiro ministro, pelo menos, desde o fatídico ano de 2007, em que a porcaria toda associada ao seu "diploma" foi posta a nu. acontece que nada temos de normal, e a coisa seguiu para bingo, com episódios cada vez mais rançosos, mulheres a dias na pasta da educação, seguida de cadelas sorridentes do conto do vigário, de armandos varas, de apitos, de freeports, de bpns, de faces ocultas e de uma série de coisas que, sinceramente, já esqueci.
nessa altura, ainda éramos ingénuos, e acreditávamos que o fenómeno sócrates se esgotava na pessoa física do sr. sócrates e nos arredores da sua vaidade. tudo o resto eram anedotas, relacionadas com um nariz de batata que vestia armanis, pegava de empurrão, com o diogo infante a segurar-lhe pela correção da língua e a câncio a assistir, de perna aberta, e esfregona na mão.

entretanto, tudo piorou, como sabem, e esta coisa, a que alguns ainda insistem em chamar país, mas que só é uma bandeira de conveniência de todas as mafias, com a turca, agora, parece, a chefiar, aproximou-se perigosamente do seu colapso existencial.

o sr. sócrates nunca foi aquilo que, propriamente, se poderia chamar um patriota, já que era nativo de um, ou vários, "off-shores", o que, mestiçado com adn jeová, meios irmãos, meios tios, meios primos e uma meia de leite, quando o venezuelano já se tinha vindo na boca de um cliente anterior, nos levou a este estado.

de sócrates, poderemos, um dia, dizer que foi mau o dia em que lá o pusémos e ainda pior o dia em que de lá o tirámos, porque o dia em que saiu, ao contrário do dia em que entrou, foi um vexame internacional, em que um país, destruído pelo cavaco, e que importa tudo o que consome, se pôs nas pontas dos pés e disse ao bando de facínoras que gere a dinâmica europeia, merckels, sarkozys, camerons e outras porcarias do género, incluindo o cherne, o "presidente" da europa (um gajo que tem cara de belga frequentador da casa dos érres), e a ministra, ou lá o que é aquilo, dos negócios estrangeiros da federação europeia, uma retrognata com ar de engomadeira de vale de cavalos, disse que não queria pagar, e fez uma birrinha, e mandaram, para bruxelas, o representante de portugal, vergonhosamente descalço.
do meu ponto de vista, que venho de outros valores, foi feio, desinteressante, e colocou o país na capa de tudo o que era a imprensa abutre, à espera do dia em que a carcaça, ferida de morte, caísse no chão. o penteadinho do psd, a quem alguma bruxa deve ter vaticinado um brilhante futuro, voltou para o passado, com a cloaca enfiada entre as pernas, depois de o patronato lhe ter dito que o achava muito jeitoso, e que se fosse "doce" até dava uma voltinha com ele, mas acontecia que não era doce, e que a coisa estava mesmo amarga, a modos que era melhor que começasse a alinhar com aqueles que mandavam nele, e em todos nós, ou ia fora da carroça, num par de dias.
amochou, e prometeu iva a 25, 26, 30, 80, tudo o que eles quiserem.

suponho, para bom entendedor, que os últimos dias mostraram que quem manda em portugal já não são primeiros ministros portugueses, ativos, ou demissionários, mas uma teia infinitamente mais implacável, externa, que talvez não seja bom, nem conveniente, contrariar.

defendi, em tempos, que portugal estava a ser usado como palco para uma experiência global, dos senhores do mundo: um povo que nunca teve muito, de maneira que até se podia acomodar a viver com um pouco menos, que sempre conheceu desníveis brutais entre o topo e a base; inculto, ou simples leitor das ficções do "expresso", o que vem dar ao mesmo; crente em causas naturais e milagres da fé; capaz de ver o solzinho a dançar, enquanto a europa se desfazia em guerras, etc., ou seja, para esses cavalheiros, que queriam, e querem, transformar a europa numa china ocidental, de baixos salários e jorna de sol a sol, éramos ideais, porque sempre tínhamos sido assim, e por aqui vieram, e instalaram o... laboratório.
veio a "assembleia nacional" e decidiu que o processo podia parar, e, quando enviaram, descalço, o sr. sócrates, para bruxelas, acompanhado pelo cãozinho de estimação, para ver qual dos dois pegava, tivémos a desagradável surpresa de saber que vieram ambos, pela posta restante, devolvidos, com a recomendação de que, ou cumpriam a receita, ou a cozinha fechava.
a isto, suponho, chama-se fim da soberania nacional, também conhecida por "porreiro, pá".
acho que já perceberam onde é que queria chegar, mas volto a ressalvar que foi dos poucos dias dignos de sócrates, aquele em que foi, de trouxa à cabeça, representar um povo falso, de traidores e capaz de tudo, até de fingir que quem ia a bruxelas não era o representante de portugal, mas um tal de sr. sócrates, que as pessoas até nem conheciam de lado nenhum, e ele que se desenrascasse, o malandro.
enganaram-se, a acaba aqui o meu elogio ao único dia digno de sócrates, que nada me espantará, se voltar já em junho e em força.

toda a gente está a adorar o filme, mas eu vou contar-vos o filme de uma maneira que vão deixar de o adorar.
a história é muito simples, e segue mais ou menos o enredo da primeira, mais do que da segunda guerra do golfo: na segunda, havia armas de destruição maciça, que, depois... não havia; na primeira, pelo contrário, houve a ficção de um país grande, e mauzão, que invadia um país pequenino, e bonzinho, e, à sombra disso, o sr. bush pai, talvez o último grande estadista do séc. xx, inverteu toda a ordem mundial imposta pela guerra fria. houve um ataque como não se via desde os camaradas hitler e estaline, nunca se percebeu quantos mortos morreram, e pouca gente sabe, mas está aqui, que a ordem de invasão do koweit foi um ato consentido dos usa, e o totó caiu na ratoeira, como depois voltou a cair, quando acreditou que os países que lhe forneciam obsoletas armas de destruição maciça nunca o atacariam, nem enforcariam.
enganou-se.

o filme da líbia é muito parecido: uns coitadinhos, aparentemente, os mesmos que chacinavam europeus, em ataques terroristas, e tiravam fotos, depois de mortos, com marines sádicos, com perfis e idades de renatos seabras, foram sendo encurralados, encurralados, encurralados, por um dos grandes porcos da história, o travesti she-male kadafi, que só bebe leite de camela -- e por isso deitou um olhar tão apaixonado à maria cavaca, quando nos visitou... -- e, de repente, quando tudo parecia perdido, o homem branco, ocidental, "interviu" e começou a varrer aquela porcaria toda, com a plateia de cá a bater palmas.
por mim, é indiferente, porque cheguei a um nível de cinismo duplo dos sorrisos de dromedário da isabel alçada: sou titular do nojo que ela me mete, e espectador abrupto destes filmes de ficção barata: de cada vez que os heróis europeus destroem um avião do "coronel", é mais um avião que os futuros "coronéis" sucessores da traveca líbia irão comprar aos grandes fabricantes de armas mundiais, nomeadamente usa, uk e frança, ou seja, vão comprar duas vezes aviões, a primeira, em que já tinham comprado, e a segunda, em que o vendedor bombardeou o que tinha acabado de vender. acho maravilhoso, e suponho que o programa se vai chamar, brevemente, "petróleo por aviões", com o engenheiro guterres, pelo meio, a entreter umas gajas de burka, que fazem gluglu com a boca, e sofreram excisão feminina, como o zezé castel' branco.
nós aplaudimos, e até gostamos.

eu podia acabar o enredo por aqui, mas vou só acrescentar uma coisa, aliás, duas: a primeira é que, quando cair o verdadeiro alvo disto tudo, a casa de saud, uma nojeira inventada para ocupar a epiderme dos poços de petróleo da arábia saudita, vai ser substituída por um cavalheiro muito gentil, o emir do qatar, dono da al-jazeera, que, como quem não quer a coisa, nós agora nos habituámos a ver, com o mesmo prazer das manhãs do goucha, os dias difíceis da Carrilha, e as ressacas da "branca", do miguel sousa tavares. o sr. kissinger, um dos mais antigos patrões do mundo, lá se vingará finalmente do seu kadafi, esquecendo-se de que kadafi, como nixon, que ele serviu, é um paranóico, esquizofrénico, psico e sociopata, com um perfil tirado polo natural de adolph hitler; a segunda é que, quando kadafi perceber que estão mesmo a querer livrar-se dele, pode transformar tripoli numa grande fukushima, ou enviar alguns presentes de plutónio, ou afim, para a decadente europa, onde reinam as du barry de sarkozy e berlusconi, e os efebos do demissionário sócrates, e as futuras assessoras "doce", do madeixado de caju, do psd.

querem perguntar-me onde está a graça disto tudo?...

em lugar nenhum, exceto se a geração à rasca começar a sair, cada dia, cada vez mais, e cada vez mais forte, por cá, e pela europa, e pelo mundo todo, e os homens da luta, com uma canção medonha, pela primeira vez, ganhem aquela abjeção, que é o festival da eurovisão, e façam a europa levantar armas.
nós estaremos na linha da frente, com a autoridade que nos dá termos a mais antiga múmia do magreb ainda a ocupar o palácio de belém, e a discutir, como quando caiu constantinopla, se é a mafia turca ou a russa que vão dominar o sporting.
questões tomistas, meu caro watson.

(quinteto do fmi já vem aí?..., no "arrebenta-sol", no "democracia em portugal", no "uma aventura sinistra", no "klandestino" e em "the braganza mothers")

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O Quarto Cavaquistão: de profundis tenebrae





Imagem do Kaos

Como deverão ter reparado, andei bastante apartado da campanha presidencial, por duas razões principais: a primeira, porque tenho muito mais que fazer; a segunda, porque, mesmo que não tivesse, o assunto é um tal nível de indecência que não deve fazer parte das preocupações das pessoas que vivem em mundos civilizados e subtis. O único problema, neste trocadilho, é que a questão, mesmo que lhe viremos as costas, diz dramaticamente respeito a cada um de nós, pelo que hoje merece este texto, com o qual  me despeço desta longa agonia que foi a exposição pública das figuras de terceiro plano, que, em janeiro de 2011, aspiravam àquela coisa sem nível, em que se tornou a "presidência da república" das bananas portuguesa.

O sr. aníbal, um fruto genético das feiras do algarve interior, fosse este um país viável, poderia ser o primeiro exemplo de um presidente, da nossa curta democracia, a não ser reeleito, e isso seria bem feito, para lhe manchar o miserável percurso..., enfim, vou substituir "miserável" por uma palavra mais ao jeito da personagem, e redizer "mesquinho percurso".
Tinha tudo para isso, pois chamo a atenção para um pormenor, que me tem movido sempre nas reeleições, e concedido uma coisa que eu adoro, que é a hipótese de não ter de votar útil, e poder votar onde bem me apetece, só para provocar estragos, e que consiste no partido que ocupa o governo costumar enturmar, nas segundas voltas, com a maré de alucinados que apoia o "paizinho" da véspera. O PS, de sócrates, honra lhe seja feita, quebrou esta tradição, e disse ao saloio de boliqueime que não lhe apetecia saloios de boliqueime. Lá foi a reboque de um etilizado de águeda, mas isso é um assunto que depois a história, no devido tempo, julgará.

O fenómeno, para o balizar, desde já, e impedir que se assuma como uma maré à moda de alexandre da macedónia, não é mais do que a apoteose da parolice de um povo, ignaro, deficiente, autocomplacente e cobarde, que encontrou uma efígie, na qual, votando, está comodamente a votar em si mesmo, ou simplificadamente, estas eleições são a ocasião ideal para o povo português colocar em belém o pior de si mesmo, numa forma descarada, assumida e decisiva.

Sociologicamente, isto é bom, porque traça, com carvão, a linha de água por onde vai passar a enchente, misto de descarga das pocilgas da ribeira dos milagres, com a cera reciclada do idolatrário de fátima, mais uma mulheres com bigode, os seus renatos seabras ao colo, e os seus maridos heterossexuais passivos, pela mão, e, portanto, permite-nos ver, claramente, onde não devemos estar, para não sermos levados pela enchente destas peles mortas da maré das "forças vivas".

Quando um povo decide votar em si mesmo, o mais saudável é tirar um fim de semana prolongado, e deixar mesmo que o autoclismo autoregule o nível dos dejetos na sanita, e só então voltar, para ficar de bancada, e com sorriso cínico, a assistir aos episódios sequentes. Esta, é talvez, a melhor, e única virtude de cavaco: impedir que o palaciozinho de província, de belém, tivesse de ser ampliado, para albergar uns quantos milhões de atrasados, substituindo-os, antes, por um parzito caduco, apoiado por bastantes procurações, que lá irão representar esses pobres milhões.
Para nós, intelectuais, e cidadãos do mundo, a coisa é mais breve, mas também não é fatal: assim como os nossos pais e avós levaram, em cima, com o carimbo "viveu sob o salazarismo", nós vamos poder dizer, ufanamente, que "vivemos sob o cavaquismo". Ainda há bocado, estava a comer mel de incenso, coisa que o sr. aníbal nunca saberá o que é, e olhei para o espelho, para ver se a coisa me tocava. A verdade, pese isso ao medíocre algarvio, é que me não faz mossa nenhuma: de aqui a 100 anos, serei um escritor de referência, que combateu o cavaquismo, e o cavaquismo já estará referenciado como um período histórico degenerado e retrógado, onde a liberdade de pensamento, expressão e oposição foi incarnada por uma geração perdida de criadores e pensadores, lucidamente ciente da menoridade dos tempos da sua contemporaneidade, que decidiu "malgré tout", não se calar.
Como se sabe, os períodos mediocremente políticos sempre foram os inspiradores das melhores prosas.
Não se podia fazer pior epitáfio à "apoteose" cavaquista, do que chamar-lhe "musa", e já o fiz aqui, esperando que, otimisticamente, me acompanhem, nesta perspetiva animadora.

Historicamente, é notável que um povo, massacrado por uma sucessão de governos incompetentes, pontapeado por fraquíssimas figuras, obrigado a presenciar escândalos sem par, violentado, insultado, gozado, oprimido, e outras belíssimas coisas afins, e tutelado por um cobarde, cujo mandato, se espremerem bem, só ficará vinculado pela aprovação de uma coisa caricata, o chamado "casamento gay", e mais nada, historicamente, dizia eu, é notável que, mesmo assim, esta massa grotesca ainda tenha conseguido reunir forças, para afinar a quinta essência do pior de si mesmo, e transformá-la em votos no provinciano de boliqueime. Convenhamos que é bom saber que um povo, que tecnicamente já devia estar extinto, ainda teve força para esta metamorfose negativa, e para conseguir dar um salto, algures, entre os 50 e os 100 anos... para trás.

O nosso tempo, à exceção desta porcaria em forma de retângulo, é vertiginoso. Indo para o campo da metáfora, enquanto, pelas fronteiras da inovação, já vamos nas portas USB3, por cá, porque nós somos mais modestos, continuamos a lutar por usar aquelas disquetes précolombianas, maleáveis, do tamanho de um pires de chávena de chá, e com etiquetas em forma de... "pügrèsso".

O Quarto Cavaquistão, no qual vamos entrar, pode resumir-se, por si próprio, a poucas figuras notáveis: se excluirmos a criminosa leonor beleza, começou por produzir, há vinte anos, um dias loureiro, e culminou, agora, numa versão 2.01, chamada renato seabra. Pelo meio, deixámos de produzir o que quer que fosse, e voltámos à penúria sebastiânica: somos um orgulhoso país importador, que anda a tentar vender, lá fora, uma dívida, que se traduz, tão simplesmente, nisto: andarmos a mendigar, a juros de agiota, dinheiro para poder pagar aquilo que precisamos de comer e já não podemos, nem sabemos produzir.

Este foi o veneno do primeiro cavaquismo, e é saudável que tenha gangrenado à porta do quarto cavaquismo.

Simplificadamente, como diz o provérbio, é justo que cavaco seja reeleito, para poder comer o pão que ele, diabo, amassou, enquanto nós, que sempre o execrámos, ficaemos a assistir.

Não me vou alongar muito, até por que já perceberam o que eu queria, e entenderam que isto é uma antevisão do que aí vem.

Embriagado pela sua saloice, o bimbo de boliqueime esqueceu-se de duas coisas: a primeira, a de aquela imagem do cacique, arrogante, que nunca se enganava, e andava rodeado da pior escória de arrivistas que portugal conheceu, e que queria passar agora pela máscara do avozinho acolhedor, acabou: mal seja reeleito, vai ter de pagar, uma a uma, as favas dos crimes todos, e do beco sem saída para onde nos empurrou. Não se pode desejar pior a um filho da puta, pelo que sou o primeiro a congratular-me com que ele esteja no lugar de exposição do tiroteio que aí vem; a segunda, de que, como já atrás disse, há três estranhos vencedores destas eleições: o povo profundo português, filho da cópula contranatura entre Neanderthal e Cromagnon, e que gerou esta permanente distrofia entre o desejo e a culpa, que levará, dia 1 de fevereiro, renato seabra a ser declarado um estudo de caso, e a posse do seu cérebro atrofiado e degenerado por 900 anos de mães de bragança e cantanhede, de interesse científico para a sociedade americana; os comprimidos do professor lobo antunes, que, por mais miraculosos que sejam, duvido que se aguentem cinco anos, e aí vamos ver o cavaco a ter ataques atrás de ataques, até que tenha de suspender o mandato; e, por fim, o grande vencedor destas eleições, Sócrates, que, qual fénix, e tenho de lhe tirar o chapéu, vai fazer gato sapato da múmia de boliqueime, quando os portugeses acordarem, e perceberem que têm de se escudar nele, para impedir o neosalazarismo que a criatura pensa poder vir a ser o seu segundo mandato. Como poderia trocadilhar, foi ao golfo buscar sarna para o outro se qatar.

Pela minha parte, vou votar nas franjas, para mandar à merda, no mesmo pacote, o aníbal, o bêbedo que o colocou lá, em 2005, e o vai voltar a colocar, em 2011, e a aquela coisa caricata do Nobre. Domingo, na hora do voto, estarei tranquilíssimo. Quando sair a vitória do sr. aníbal, ainda mais tranquilo estarei: é justo que a criatura que destruiu portugal seja chamada à pedra, pela história, para pagar a fatura dessa destruição.

Muitas fraldas vai a maria ter de lhe mudar, ao longo destes penosos cinco anos de decadência física e psíquica que aí vêm.