Mostrar mensagens com a etiqueta Colossal Cauda da Europa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Colossal Cauda da Europa. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Portugal, uma Bélgica da Ibéria?...



Imagem do Kaos


Sempre gostei da Bélgica, porque toda a gente tem mais de 50 anos, e, sempre que surge alguém de idade mais tenra, imediatamente, o maralhal inteiro mergulha, para molhar o bico, e usufruir da criancinha.
Como pai que não sou, acho... enfim, uma... uma... ternura, mas a Bélgica não se esgota só na Pedofilia, porque tem excelentes ambientes aquecidos, e pode-se andar de manga curta, mesmo no pino do inverno, ao contrário de Monsanto, ou lá o que é aquilo, que é a aldeia mais portuguesa de Portugal, onde, para uma pessoa poder manter o sangue quente tem de andar a enrabar ovelhas, de lã suja.
Bruxelas, região autónoma, onde se gargareja francês, no meio do flamengo, uma língua boa para falar com os porcos, como poderia ter dito Frederico, o Grande, é notável, por não se parecer com uma cidade, mas com um cenário de uma banda desenhada de Tintin, para além da mais valia dos clubes e saunas SM gay, frequentadas por muita da nossa classe política.

A Bélgica, tal como Portugal, divide-se entre os que trabalham e os que não trabalham. Os que acham que trabalham gostam de se chamar "Flamengos", o que, traduzido para Português, é uma variedade mediana de queijo das prateleiras do Continente, enquanto os que não trabalham são conhecidos por "Valões", o que é equivalente à pronúncia beirã de Calões, onde se trocam os "Vês" pelos "Cês", uma subespécie dos Alentejanos e das gajas que foram metidas na Função Pública, no tempo em que se entrava por abrir as pernas, ou seja, desde a Idade Média até à Contemporaneidade dos dia de ontem, mais hoje, ou, se quiserem subir o nível, no Caminho de Santiago da RTP, em linguagem de controlador de tráfego aéreo, Maria Elisa Domingues opening the legs?... já está?... então, pode fazer-se à pista.

A Bélgica é um país extraordinário, porque consegue estar quase um ano sem governo, e ninguém dá pela falta dele, de onde se prova que as sociedades avançadas se autoregulam, e acham asqueroso ter gajos que as representem, quando o seu dia a dia chega para a subsistência, para ter a casa no centro de Bruxelas, a outra, na Zeelândia, e a magnífica vivenda no Zout, um dos litorais mais caros da Europa, onde o mar é tão feio e cheio de algas que parece um caldo verde português até ao horizonte, mas sem chouriço, exceto, quando algum obeso da Valónia lá vai dar banho às varizes.

Poderão estar a perguntar-me o por quê deste elogio de um estado artificial, em riscos de desmembramento, mas eu, às vezes, tenho estas recaídas nos 20 anos, e dá-me para chorar com o passado, como a Teresa Guilherme, com as putas e os oligofrénicos das "Casa dos Segredos".
Acontece que, por força das circunstâncias, a Bélgica, que, de algum modo, estava nos antípodas da nossa Cauda da Europa, de repente, começou a assemelhar-se-nos de uma forma gritante, quase plágio à "Equador", diria eu.

Portugal, caso não tenham reparado, está sem Presidente da República há seis anos, e nem deu pelo facto, o que faz, de todos nós, belgas por analogia.
Se a TVI sair de microfone em punho e câmara na mão, e perguntar aos analfabetos de rua se sabem que estão sem Presidente há seis anos, o mais certo é que comecem a falar da indisposição do cadastrado Pinto da Costa, entre Chipre e Lisboa, e, portanto, será melhor nem fazer um levantamento estatístico, para não termos mais desgostos.
A coisa agrava-se, ou melhor, "abelgica-se" mais quando um gajo qualquer... esperem, que tenho de ir ver quem foi... ah, sim, um tal de Alexandre Miguel Mestre -- mais uma prova de quando os países acabam, qualquer um se pode reclamar de responsabilidades governamentais -- nos mostra que estamos sem governo, porque, quando, alguém, que, com responsabilidades governamentais afirma que "os jovens desempregados portugueses devem emigrar e abandonar a sua "zona de conforto", imediatamente nos leva à inferência de que estamos, não perante um porta voz de um Governo, mas de um reles contratado para uma Comissão Liquidatária de uma Nação com 900 anos.

Por mim, cortava-lhe já os tomates, fazia uma fisga com eles, e iam fronteira fora, cair no conforto de Badajoz...

Portugal, portanto, tal como uma Bélgica peninsular, está há seis anos com a Presidência da República vaga, e "falecido" -- para usar a expressão de Francisco de Holanda -- de quem o governe.
Para mim, cujo cinismo atingiu taxas de juro siderais, poderia acrescentar que a coisa não vem destes patetas, que, presentemente, utilizam as tabuletas de "Ministros" e "Secretários de Estado", mas se tem penosamente arrastado, desde que o 25 de abril, justamente por o Poder estar na mão de inaptos, de então, se fez, e teve muitas cores, desde os gonçalvismos aos soarismos e aos guterrismos, mas atingindo os seus picos de impunidade e aberração com as maiorias absolutas de Cavaco Silva, uma coisa só possível no Cazaquistão dos irmãos Cohen, o Chernismo, um breve interregno, onde o Estado era governado pelo Procurador João Guerra, que manipulava as "inocentes" marionetas do "Casa Pia", ao sabor das verdades e boatos televisivos, e, finalmente, a cereja no cimo do bolo, quando o crime organizado, na forma de sabotagem assumida da Comunicação Social, da destruição e aviltamento da validade dos percursos académicos, e na instalação das camorras pós-cavaquistas, atingiu o seu pleno, durante o consulado de Fernanda Câncio, a choca do apanhador de sabonetes, José Sócrates.

Como diz o Abel, "nunca Portugal desceu a um aníbal assim", mas enganou-se, porque ainda conseguiu descer mais, e mais descerá, já amanhã, se deus e o BCE quiserem.

Vem tudo isto a propósito do seguinte: como já se percebeu, as forças que queriam destruir o Euro estão bastante satisfeitas, com a cegueira de não perceberem que, se o Euro for destruído, vai tudo pelo cano abaixo.
O próprio Sionismo Internacional, que sempre faturou infindáveis fortunas, nestes momentos de destruição da riqueza dos povos, parece estar apavorado, como o mostra já nem Picassos nem Degas se conseguirem vender, nos palcos de luxo do desfile e do leiloar da Arte. A coisa está, portanto, para lá do negro, e muito próxima desta minha ficção.

Entretanto se chegarmos a segunda feira, a célebre Troika cá virá, desta vez, para perguntar, e com direito, quem é/era/foi, Duarte Lima, depois, de, em vão ter tentado escalpelizar o perfil de criminosos agravados, como Narciso Miranda, Dias Loureiro, ou Armando Vara, entre muitos outros, que o "putsch" português brevemente irá chamar à barra de tribunais marciais, ou revolucionários, consoante lhes queiram chamar, assim como o Sr. Aníbal embarcará na Ericeira, mais a sua Maria, a Perpétua e os netos, num exílio desvalorizado, como aquela triste manhã de cinzas em que Manuel II partiu, para não voltar.

Concluindo, porque já estendi demasiado um texto que queria curto, com quem virá dialogar a Troika, segunda feira, em Portugal, dado que não há Presidente da República, que o Governo foi substituído por uma Comissão Liquidatária, e que a Assembleia da República tem uma Lady Gaga, com sotaque bimbo, de marimba, à sua frente, coisa só possível nos megaconcertos da Madonna, ou na Grécia, onde o "Ministro" das Finanças sofre das dores de barriga do Pinto da Costa, e bem precisava de um corte nas "gorduras", como o nosso cadastrado Ferreira do Amaral?...
Estando os Tribunais na mão de seitas maçónicas e da Opus Dei, nada resta, portanto, para receber, segunda feira, os usurários da Troika.

A minha pergunta é a seguinte: na clara inexistência de Órgãos de Soberania, não é aos militares que compete representar a Nação?...

(Quadrilha do pão por deus, no "Arrebenta-Sol", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

terça-feira, 1 de novembro de 2011

10 000 000 de Gonçalvistas





Imagem do Kaos

Ontem, enquanto estava a assistir àquela escola de imbecilização, que é a "Casa dos Segredos", da rameira Teresa Guilherme, e ia fazendo um aborto espontâneo, por desfastio, e, à moda antiga, com agullha de croché, lembrei-me de que, assim como o crime europeu tinha história, e remontava ao tempo em que Cavaco Silva destruía Portugal, com duas maiorias absolutas, e cadastrados como Duarte Lima, Dias Loureiro, Ferreira do Amaral, Leonor Beleza, Mira Amaral e outros, a fazerem coro, também o subsídio de férias e o subsídio de natal tinham a sua história.
Imediatamente me lembrei da minha queridíssima tia adotiva, Irene Gonçalves, que tantas vezes andou comigo ao colo, e tive um pensamento surpreendente: este imenso coro de justas vozes, que agora se ergue contra a penhora dos subsídios de férias e natal devia ser toda um bando de perigosos comunistas, que se estavam a preparar para implantar em Portugal uma ditadura, sei lá, do tipo da Coreia do Sul, ou uma nova Cuba, como tantas vezes prenunciou o nosso vidente da Madeira, Alberto João Jardim.

Que seria dos meus colares de esmeraldas, se tal acontecesse?...

Vasco Gonçalves, a sombra negra do pós 25 de abril, era então o culpado por essa insanidade, que, agora, o drogado e insomne Vitor Gaspar, vinha retirar f a l  a n  d  o   m  u  i  t  o    l  e  n  t  a  m  e  n  t e,    p  a  r  a    p  a  r  e  c  e  r    v  e  r  d  a  d  e, para salvar o país da bancarrota, e eu fiquei muito confuso, porque, como é sabido, tenho dentro de mim uma Catia, da "Casa dos Segredos", e, por fora, um Titã, capaz de esborrachar qualquer animal cínico que se me cruze no caminho.
Depois, assim, muito lentamente, também me lembrei de que Vasco Gonçalves tinha nacionalizado a Banca, como aconteceu com o BPN, e fiquei muito mais assustado, porque isto estava mesmo a parecer-se com os tempos presentes, e em que Duran Clemente, agora, pelo "Facebook", mas, então, com barbas, anunciava na televisão qualquer coisa do tipo isto agora vai ser... e, subitamente, caiu a ligação, e apareceu uma cavalgadura, chamada Ramalho Eanes, próxima da Opus Dei, e casada com uma égua, que protegia a coudelaria da Casa Pia, onde os Políticos, Intelectuais e gente do Espetáculo ia buscar os rapazinhos, para as orgias da República de Salo, também conhecida por "República Portuguesa", com o Carlos Cruz a filmar, com as películas da RTP.

Mesmo eu, que tive um treino paramilitar, na altura em que era moda praticar, em Shaolin, as artes marciais, com aqueles primos, semiprimos e meios irmãos de José Sócrates, comecei a sentir uns tremeliques, e pensei, "vem aí uma revolução, estamos outra vez no PREC, e os militares, quando se sentirem apertados, vão agarrar na Múmia de Boliqueime, na Marcela Rebela de Sousa, no Portas, e enfiam tudo num avião, para acabar com o Regime", e, ai, ai, ai, o que vai ser de nós, porque o Campo Pequeno seria demasiado pequeno para me enfiar a mim e a todos os outros, que estávamos desfasados do Sistema.

Eu sei que a esta altura já estão desconcertados com o texto, mas eu vou dar algumas pistas, que são elementares: como sempre, em que tudo o que eu escrevo, metade é verdade, e dói muito, e tudo o resto é mentira, e, por isso mesmo, ainda mais dói, o que, objetivamente, se traduz em coisas extraordinárias. A primeira, uma verdade, foi eu saber que havia sociedades, no Algarve, que abriam "off-shores", coisa que eu continuo a não saber exatamente o que é, mas, em contrapartida, tenho plena consciência de que são espaços onde todas as trafulhices, fugas aos impostos, crime económico e fraude agravada se praticam. A segunda foi saber que os órgãos de comunicação social sabiam onde ficavam essas empresas, e que, ao passá-las na televisão, estavam a cometer um crime público, que deveria imediatamente ser investigado por esse gajo, que se intitula Procurador Geral da República, e que já devia ter levado um chuto no cu, não estarem ainda a pagar-lhe uma extensa fatura, que foi o favor de abafar o "Casa Pia", célebre processo onde estava envolvida quase toda a (falta) de Classe Política. A terceira, suponho que a mais evidente para o meu leitor, ao haver a passagem de uma peça jornalística desse calibre, na televisão, imediatamente se deveria ter desencadeado um processo judiciário de selagem dos dados de quem criava "off-shores" para roubar a Nação Portuguesa, com consequente imediato arresto dos bens, e prisão preventiva dos envolvidos nesses processos.
Assim, por alto, creio que os subsídios de natal e de férias, do "Gonçalvismo", ficariam imediatamente resolvidos, e que se conseguiria fazer uma recapitalização dos bancos, e cumprir os tão falados "prumenores", de que o Cabrão Algarvio, responsável primaz pela destruição do tecido produtivo, e, logo, criador imediato da Dívida, referiu no Paraguai, um país à escala e dignidade do seu Poço de Boliqueime.

Sei que isto é uma pista, mas no estado em que estamos são trocos, e vou já para a altura e velocidade de cruzeiro deste texto: hoje mesmo, o dominó de mentiras financeiras em que vivemos, fez falir a MF Global, prisioneira do JP Morgan e do Deutsche Bank, este último, por sua vez, refém da Bancarrota Grega, ou seja, o bater das asas de uma Bancarrota no Mediterrâneo já está a provocar um tufão de nível 5, na Cacilhas de Nova York, tal como estava previsto na Teoria do Caos, e aconteceu mesmo. Sendo o sistema americano impiedoso com estas coisas, e sendo umas exemplo das outras, como poderia escrever o Padre António Vieira, o que se anuncia é que, a exemplo desta uma, comecem a chover uma chuva de outras, e isso vai ser fantástico, dado que a América, tal como Portugal, está desprovida de Presidente, e tem uma coisa, em forma de sucedâneo, que está lá só para entreter, justamente na altura em que precisamos de tudo menos de entretimento.

Na América, o processo é simples, e linear: numa questão de meses, a ultadireita, uma coisa que nem imaginamos o que seja, porque é umas mescla de fundamentalismo moral com usura absoluta, vai pôr fora o caneco do Illinois, mais a sua preta, e impor o fascismo americano, um facto que será novidade na História do Mundo, e pela qual toda a gente anseia, embora não assuma; por cá, infelizmente, creio que não chegaremos a 2012, muito menos ao momento de ver o penoso Sr. Aníbal das Vacas ser substituído por um ranhoso ainda pior, já que estamos em pleno PREC, e é provável que, um breve dia, os militares agarrem nos Lopos Xavieres, nos Pachecos, nos Vitorinos, nos Borges de Macedo e lhes interrompam o Processo Sistemático em Curso e lhes digam que vai ser posta ordem na coisa, porque a ordem tem de ser posta rapidamente, com Cavaco preso, Constâncio preso, Dias Loureiro preso, Armando Vara preso, Mira Amaral preso, Sócrates preso, Pinto da Costa preso, Duarte Lima preso, etc., tal como preconizava a "Velha", ou a "Bruxa", das Escutas do Face Oculta, que o maçónico Noronha do Nascimento mandou queimar, mas de que há, felizmente, várias cópias, e em sítio seguro, e a Senhora de Mota Amaral, essa excrescência da Opus Dei, decidiu que não tinham valor legal.
Foi recompensada com um BMW e um caralhão por aquela peida seráfica acima, ao contrário da "Bruxa", que advogava uma suspensão da Democracia, por seis meses.
Acontece que nós já não vivemos em Democracia, posto que a nossa sociedade é tão só governada por diferentes sociedades secretas, que utilizam os métodos das mafias chinesa e italiana, como é visível em coisas recentes, como os sequestros e torturas, de que nunca se soube nada, exceto tardiamente, ou a naturalidade com que agora se faz rebentar uma caixa multibanco por dia, com recurso a botijas de gás.

Há um enorme silêncio sobre tudo isto, já que o importante é a mudança da cor do cabelo do Hulk, um anormal que Lombroso adoraria ter podido estudar, tal como os casos Mourinho e Pinto da Costa, e é este silêncio que deixa supor uma sociedade ainda mais estranha do que aquela que nos é vendida nos monitores da mentira diária positiva, onde o nascimento do 7 000 000 000 poluidor humano da Nave Gea é apresentado como uma vitória e não mais um gravíssimo crime ecológico.

O Mundo, tal como o conhecemos, está a acabar. Como dizem os comentadores de muitos lugares, em vez de perdermos tempo a escrever, seria mais útil que agíssemos. Eu explico: o tempo que me demorou a compor este texto teria sido mais útil ao mundo se eu tivesse assestado, enquanto Vítor Constâncio, outro que deveria ter mandato de captura internacional, estivesse a mentir às centésimas, a pistola, e ele tivesse recebido duas unidades, bem no centro da testa. Acontece que não tenho arma, e sou péssimo em pontaria, mas sei de quem é bom, e, em contrapartida, não consegue escrever, pelo que lhe deixo a ele a parte dele, enquanto eu cumpro, e creio que não mal, a minha aqui...
A verdade é que a coisa não vai durar muito, porque os sistemas monitorizadores da globalidade estão fartos de ouvir falar de números e querem agora ver liquidez, em cima da mesa, equivalente a esses números. Acontece que essa liquidez não existe, e, se, alguém, ou alguéns, amanhã, se lembrasse de nos agarrar no ombro, e disser, pague já tudo o que deve, o Sistema desmoronava-se, pior, o Mundo afundar-se-ia numa nova guerra.
É dessa guerra que eu tenho medo, e é essa guerra que se está agora a anunciar. Talvez para o filha da puta de Boliqueime seja só um "purmenor" do seu autista "pügrèsso".

Só tenho pena daqueles, que, com eu, e vocês, vamos estar, sem qualquer defesa, no meio do fogo cruzado, deste iminente armagedão.

(Quarteto do Halloween no "Arrebenta-Sol", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")