terça-feira, 1 de dezembro de 2009
De Natura Boliqueimorum, seguido de Velhos Dias Felizes
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
O fim do "Semanário", enquanto fim de mais um ciclo da diversidade: em breve, a Orbe será dominada pela Informação Única
Acontece que o "Semanário" vai fechar as suas portas, já na sexta.
Não sei o que perdemos, assim como não é quantificável saber-se o peso de que se extinguiu mais uma espécie de borboleta, que nunca pudémos ver, por estar distante, algures, sei lá, na Nova Zelândia.
Ao "Semanário" devemos textos importantes, como o desta lista da Corja Portuguesa de Bilderberg, que vos aconselho a gravar, porque irá desaparecer, eventualmente, já esta semana.
A crise não se extingue aqui, porque parece que o monopólio do Senhor Balsemão, o Patriarca dessa porcaria que veio, lenta e silenciosamente, a destruir o Mundo da Diversidade, está a dar prejuízo, desde 2001.
Ao contrário do "Semanário", a obra da Seita de Balsemão foi uma das enormes responsáveis pelo obscurecimento da Realidade, durante décadas, em Portugal. Teve muitos rostos, a maioria execráveis, como o panasca mal assumido, Alexandre Melo, que, entre engates de sanitário, andava a ditar, nas folhas do "Expresso"- pasquim o que era e não era Arte.
A Blogosfera, em parte, é responsável pela destruição deste circuito fechado de comadres, a falarem umas para as outras, e reservo-me o direito de me poder orgulhar por ter contribuído, quanto pude, para isso.
domingo, 18 de outubro de 2009
As imagens do silêncio das palavras
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Os Três Éfes: Fátima, Futebol, and... "Fakes"
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Na sexta feira, a Irlanda poderá dizer, segunda vez, "NÃO", ao Tratado de Bilderberg, mais geralmente conhecido por Tratado de Lisboa
NA SEXTA, PODE SER QUE SEJA A IRLANDA A ENTERRÁ-LOS A ELES. ASSIM SEJA, ASSIM SE FAÇA
(Campanha descarada do "NÃO", no "Aventar", no "Arrebenta-SOL", no "A Sinistra Ministra Isabel Alçada", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers" )
quinta-feira, 15 de maio de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Assim urrava Dona Urraca
Hoje, mais coisa, menos coisa, pelo meio da tarde, Portugal deitou pela janela fora 800 e tal anos de História... não..., até vou tentar ser mais preciso, assim evitando o tom imoral dos emails daquela criatura inacreditável chamada Paulo Querido, e vou a um recurso virtual, neste caso, a carismática, embora contestável, "Wikipédia", cujo artigo, "et pour cause", sobre Portugal, é mais minucioso em Inglês (!) do que em Português. Então, assim sendo, em 23 de Abril de 2008, contando com os anos bissextos, perdemos, a contar a partir da Batalha de Ourique, em que Afonso Henriques achou que já era Rei, 318 009 dias de independência nacional.
Com este Tratado da Carochinha, no fundo, recebemos a derradeira folha onde ainda assinámos com o nome de "Portugal".
Se fizermos as contas a partir do Tratado de Zamora, ainda são menos do que aqueles hipotéticos 318 009 dias de autonomia, para o bem e para o mal, e com o Interregno dos Filipes pelo meio, o que vai arredondar as contas ainda bem mais para baixo.
Como disse a Quarta Classe de Jerónimo de Sousa, que, alguém, pela banda do "Blasfémias", se não me engano, disse que valia bem mais do que a "Licenciatura" do Sócrates, tornámo-nos meros cidadãos-espectadores dos enredos da "Europa dos Interesses". Interesses de Bilderberg, acrescento eu, vivendo no medo, com o Sistema de Ensino destruído, medievais e a mando de Oligarcas, e ao serviço de Plutocratas, ascéticos e punidores, debaixo de uma moral opressiva e de um quotidiano desgastante, meus amigos, vamos ser ainda ser mais "constancianianos", e vamos subtrair a esses milhares de dias de independência aqueles 10, ou 11, que Gregório XIII retirou, por bula, ao calendário, e ainda ficamos com menos tempo de independência.
No tempo do meu paizinho, avô e avoengos, e por aí fora, dava-se a esses cavalheiros o nome de TRAIDORES, e tinham reservada uma sina própria...
Boa Noite.
( Edição simultânea em "A Sinistra Ministra", "As Vicentinas de Braganza" e "KLANDESTINO" )



